Haddad defende volta do auxílio emergencial que dure até que a população esteja vacinada

Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, ex-ministro da Educação e candidato do PT nas últimas eleições presidenciais, defendeu a volta do auxílio emergencial até que toda a população brasileira seja vacinada contra a covid-19.
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"Bolsonaro gerou uma situação de caos no país. E nesse momento nós estamos no pior momento porque não temos nem o auxílio emergencial —que foi um esforço da oposição—, nem a vacina, que ele sabotou", disse Haddad ao participar do UOL Entrevista, conduzido pelo colunista Kennedy Alencar.
Não podemos medir esforços para lutar por duas palavras de ordem, a volta do auxílio emergencial e acelerar o processo de vacinação. Acho que sem essas duas providências nós vamos amargar um semestre muito difícil no Brasil, por única responsabilidade do governo federal", completou.
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Haddad criticou ainda falta de liderança do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com relação à pandemia.
Se nós tivéssemos feito o isolamento social correto no ano passado, nós teríamos gastado muito menos dinheiro e a economia já teria retomado. Mas para isso a gente precisava de liderança, e nós nem gabinete de crise instalamos no Brasil.
Fernando Haddad (PT)
"O ministro da Saúde não é da área, não entende do assunto. Ou seja, ele [Bolsonaro] conseguiu produzir uma situação caótica porque ele sabotou a solução, que é a vacina, e sabotou a única coisa que tínhamos disponível, que era o isolamento social bem feito."
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O petista defendeu a volta ao benefício, extinto em dezembro, no mesmo valor de R$ 600. Hoje, o governo já avalia retomar o benefício em parcelas de R$ 200.
"Isso vai custar recursos? Vai custar recursos. Mas nós vamos salvar a economia e vamos salvar vidas se nós retornamos vacinação e o auxílio emergencial", afirmou.
Fonte: UOL

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