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Ativista Rodrigo Pilha, que estendeu a faixa chamando Bosonaro de genocida está preso na Papuda

Rodrigo Pilha, um dos cinco militantes que exibiam, na quinta-feira (18/3), uma faixa com a inscrição “Bolsonaro genocida”, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, foi transferido nesta sexta-feira (19/3) para o Complexo Penitenciário da Papuda. Ele se encontra no Centro de Detenção Provisória II (CDP II), segundo informações apuradas pelo Metrópoles.

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A detenção de Pilha (na foto em destaque), em um primeiro momento, veio por causa da manifestação. Ele, porém, recebeu nova voz de prisão, mesmo depois de já ter deixado o prédio da Superintendência da PF. O motivo seria a condenação em um processo de 2014 por desacato.

De acordo com o deputado federal Alencar Santana (PT-SP), que acompanha o caso de perto, “Pilha foi colocado no regime fechado, sendo que a condenação seria para o semiaberto”.

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Pilha tinha sido condenado a sete meses de prisão, mas não havia sido notificado da decisão porque mudou de endereço. “Ele sai deu uma entrevista e, de repente, o delegado liga e fala: ‘Olha, pode voltar aqui’”, disse o parlamentar.

Antes, os presos na manifestação foram levados para a Polícia Federal e seriam enquadrados na Lei de Segurança Nacional. Segundo a deputada Natália Bonavides (PT-RN), o delegado descartou o enquadramento após ouvir os detidos, e devolveu os celulares dos integrantes do grupo.

Fonte: Metrópoles

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