Vídeo: Bolsonaro fala sobre a visita da CIA com funcionário dos Estados Unidos

Em conversa com apoiadores nesta sexta-feira (2), Jair Bolsonaro falou sobre o encontro com o diretor da CIA, William J. Burns, que veio ao Brasil sem divulgação sobre o objetivo da visita.
Também sem dar detalhes, Bolsonaro disse ter conversado "muito" com Burns "reservadamente".
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O chefe do governo brasileiro disse que "ninguém vive mais isolado, nem vocês", em referência aos apoiadores com quem dialogava. "É bom interagir com o vizinho, com o cara da frente, no seu serviço, trabalho, e eu interajo com vários países aqui".
Depois de soltar a frase: "não vou dizer que isso foi tratado com ele [Burns]", Bolsonaro passou a falar do cenário político da América do Sul. "A gente analisa como estão as coisas. Na Venezuela o pessoal não aguenta mais falar, mas olha a Argentina. Para onde está indo o Chile. O que aconteceu na Bolívia? Voltou a turma do Evo Morales e mais ainda: a presidente que estava lá com um mandato tampão está presa, acusada de atos antidemocráticos. Estão sentindo alguma semelhança com o Brasil? Agora, com todo respeito a vocês, vocês são uma força, mas não decidem", disse o chefe do Executivo.
O historiador Fernando Horta disse à TV 247 que Bolsonaro negociou com a CIA apoio dos Estados Unidos à tentativa de golpe de Estado que fará em 2022, nos moldes do que ocorreu na Bolívia.
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Especialista em Relações Internacionais, Marcelo Zero diz que Burns veio ao Brasil ’aprofundar as redes dos EUA com sistemas de inteligência de aliados’. "Burns vai aprofundar o relacionamento da CIA com outros sistemas de inteligência, de modo a inseri-los mais intensamente na geoestratégia dos EUA e propiciar sinergias para a contenção dos ’Estados autocráticos’".
Também sem dar detalhes, Bolsonaro disse ter conversado "muito" com Burns "reservadamente".
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O chefe do governo brasileiro disse que "ninguém vive mais isolado, nem vocês", em referência aos apoiadores com quem dialogava. "É bom interagir com o vizinho, com o cara da frente, no seu serviço, trabalho, e eu interajo com vários países aqui".
Depois de soltar a frase: "não vou dizer que isso foi tratado com ele [Burns]", Bolsonaro passou a falar do cenário político da América do Sul. "A gente analisa como estão as coisas. Na Venezuela o pessoal não aguenta mais falar, mas olha a Argentina. Para onde está indo o Chile. O que aconteceu na Bolívia? Voltou a turma do Evo Morales e mais ainda: a presidente que estava lá com um mandato tampão está presa, acusada de atos antidemocráticos. Estão sentindo alguma semelhança com o Brasil? Agora, com todo respeito a vocês, vocês são uma força, mas não decidem", disse o chefe do Executivo.
O historiador Fernando Horta disse à TV 247 que Bolsonaro negociou com a CIA apoio dos Estados Unidos à tentativa de golpe de Estado que fará em 2022, nos moldes do que ocorreu na Bolívia.
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Especialista em Relações Internacionais, Marcelo Zero diz que Burns veio ao Brasil ’aprofundar as redes dos EUA com sistemas de inteligência de aliados’. "Burns vai aprofundar o relacionamento da CIA com outros sistemas de inteligência, de modo a inseri-los mais intensamente na geoestratégia dos EUA e propiciar sinergias para a contenção dos ’Estados autocráticos’".
Bolsonaro fala sobre a visita da CIA como funcionário dos Estados Unidos e inimigo dos países vizinhos, como Argentina, Chile, Venezuela e Bolívia. pic.twitter.com/eClu2sKjtf
— Leonardo Attuch (@AttuchLeonardo) July 2, 2021
Fonte: Brasil 247

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