Lira minimiza com ironia o desfile de tanques de guerra no dia da votação da PEC do voto impresso

O presidente da Câmara, Arthur Lira, comentou nesta segunda-feira (9) o desfile de blindados marcado para amanhã, dia em que acontece a votação da PEC do voto impresso no plenário da Casa. Em entrevista ao Papo Antagonista, Lira classificou o episódio como uma “trágica coincidência de datas”.
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“Eu encaro isso como uma trágica coincidência. Não é que eu apoie essa demonstração. É bem verdade que essa Operação Formosa acontece desde 1988 aqui em Goiás, então não é alguma coisa que foi inventada. Mas também nunca houve um desfile na Esplanada dos Ministérios, na frente Palácio do Planalto. Com relação à votação, nós não deveremos ter problema. Se os deputados quiserem, a gente pode adiar a votação. Eu quero acreditar que este movimento já estava programado. Só não é usual. Não sendo usual, em um país que está polarizado, isso dá cabimento para que se especule algum tipo de pressão.”
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O presidente da Câmara afirmou ainda que Jair Bolsonaro lhe garantiu que o evento não tem o intuito de ameaçar o Legislativo. “Eu falei com o presidente, que nos garante que não havia esse intuito, que está convidando a Câmara e o Senado para participar desse convite.”
Fonte: O Antagonista

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