Política · Justiça · Segurança

STF analisa barrar o aplicativo Telegram em todo Brasil para frear Bolsonaro

O STF está preparando nova investida contra o bolsonarismo e pode bloquear o Telegram no Brasil. Os ministros da corte já foram informados pela Polícia Federal do crescimento da rede social. Diante disso, o Supremo busca alternativas para impedir o avanço da onda de fake news bolsonarista na rede. O caminho seria bloquear o aplicativo no país todo.

[bn1][/bn1]

Existe um argumento para isso e que teria até jurisprudência. O Telegram é uma rede social russa, com sede em Dubai e não tem escritório no Brasil. Por não funcionar no país, ela não segue a legislação brasileira e tem ignorado orientações judiciais. Por mais de uma vez o próprio Supremo pediu orientações e o bloqueio de canais, como de Allan dos Santos, mas não foi atendida.

Este seria o caminho estudado pelo STF para tirar o Telegram do ar no Brasil. Como a rede não cumpre a legislação vigente e tem deixado de cumprir decisões judiciais, ela poderia ser punida. O argumento seria a jurisprudência criada e que já derrubou outros aplicativos, a maioria contendo pornografia.

[bn2][/bn2]

Telegram é terra de ninguém

Nos bastidores do Supremo, os ministros vem mostrando cada vez mais preocupação com o Telegram. “É terra de ninguém, sem dono e vale tudo”, teria dito um. Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, acompanha o caso de perto. Ele já recebeu relatórios de inteligência mostrando como as fake news correm solta naquele ambiente e sem punição.

O próprio Alexandre chegou a ver prints de bolsonaristas pedindo seu assassinato, como o DCM mostrou com exclusividade. A situação é preocupante e o STF está cada vez mais pensando em agir de modo radical. Neste momento, a palavra de ordem é: Se o Telegram não colaborar até o fim do ano, ele será bloqueado judicialmente.

Fonte: DCM

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaRicharlison denuncia Flávio Bolsonaro e pede intervenção da PF em disputa por mansão