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Márcio França se inclina a retirar candidatura, cedendo a Haddad, desde que uma pesquisa mostre o petista com vantagem

O pré-candidato do PSB ao governo de São Paulo, Márcio França, voltou a defender a realização de uma pesquisa de intenção de voto para definir um postulante único de seu partido e do PT ao Palácio dos Bandeirantes. Os petistas defendem o lançamento de Fernando Haddad, líder dos levantamentos.
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A sugestão de França é a preparação de uma pesquisa que considere o “votar” e o “poderia votar”, ou seja, um instrumento para medir o potencial de votos de cada candidato. Isso, segundo o pessebista, poderia indicar ainda a força dele e de Haddad em um eventual segundo turno.

“O presidente Lula topou [a pesquisa], a Gleisi [Hoffmann, presidenta do PT] topou, mas parece que o Diretório de São Paulo do PT não está querendo analisar”, disse França nesta segunda-feira 2, durante sabatina promovida pelo UOL e pela Folha de S.Paulo.

De acordo com França, existe a possibilidade de ele retirar sua candidatura ao governo, “desde que eles [o PT] topem a pesquisa – se eles não toparem, teremos duas candidaturas”.
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Para o ex-governador de São Paulo, o acordo entre PT e PSB envolveria ainda a disputa por uma vaga no Senado. O “perdedor” da pesquisa para o Executivo paulista poderia ser apontado como o candidato das siglas à Casa Alta.

Um levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda mostra que Haddad lidera todos os cenários da corrida para o governo paulista. No principal desenho, o petista alcança 29,7% das intenções de voto. Na sequência, aparecem França, com 18,6%, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 15,2%, e Rodrigo Garcia (PSDB), com 5,6%.



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Fonte: Carta Capital

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