Atendente do McDonalds baleado por bombeiro perde o rim esquerdo e segue internado

Rio de Janeiro – O atendente do McDonald’s, que foi agredido e baleado por um bombeiro durante briga por desconto, perdeu o rim esquerdo. A informação foi confirmada pela família de Mateus Domingues Carvalho, de 21 anos, ao G1.
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Ainda segundo os familiares, o rapaz segue internado no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
A confusão aconteceu na madrugada de segunda-feira (9/5), na Taquara, na zona oeste do Rio, e as investigações correm na 32ª DP (Taquara).
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Veja vídeo do momento em que Mateus é atingido:
O sargento Paulo César de Souza Albuquerque prestou depoimento na delegacia e foi liberado. No fim da tarde de segunda, a Justiça negou o pedido de prisão do atirador.
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Na decisão, a juíza Isabel Teresa Pinto Coelho Diniz diz que a prisão temporária é “medida excepcionalíssima, devendo ser usada apenas quando houver elementos concretos de autoria”.
O advogado do militar, Sandro Figueiredo, alegou que o disparo de seu cliente foi “acidental” e que “se ele quisesse atirar, se tivesse intenção de matar, ele já entrava no estabelecimento atirando”.
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Ainda segundo os familiares, o rapaz segue internado no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
A confusão aconteceu na madrugada de segunda-feira (9/5), na Taquara, na zona oeste do Rio, e as investigações correm na 32ª DP (Taquara).
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Veja vídeo do momento em que Mateus é atingido:
?? Vídeo mostra momento de tiro em atendente do McDonald’s após discussão.
— Metrópoles (@Metropoles) May 9, 2022
Crime aconteceu no McDonald’s da Taquara, zona oeste do Rio, na madrugada desta segunda (9/5). Mateus Domingues, de 21 anos, segue internado.
Leia: https://t.co/HUV4VJfoPT pic.twitter.com/YIoStlPtbf
O sargento Paulo César de Souza Albuquerque prestou depoimento na delegacia e foi liberado. No fim da tarde de segunda, a Justiça negou o pedido de prisão do atirador.
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Na decisão, a juíza Isabel Teresa Pinto Coelho Diniz diz que a prisão temporária é “medida excepcionalíssima, devendo ser usada apenas quando houver elementos concretos de autoria”.
O advogado do militar, Sandro Figueiredo, alegou que o disparo de seu cliente foi “acidental” e que “se ele quisesse atirar, se tivesse intenção de matar, ele já entrava no estabelecimento atirando”.
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Fonte: Metrópoles

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