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Violência policial defendida por Bolsonaro é repudiada pela ONU e pelo Parlamento Europeu

A chacina da Vila Cruzeiro e o assassinato de Genivaldo de Jesus Santos por policiais da PRF (Polícia Rodoviária Federal) se tornaram assuntos de preocupação na ONU e no Parlamento Europeu.

Uma proposta elaborada por movimentos sociais foi entregue ao Parlamento Europeu para que este elabore uma moção de urgência em relação à situação de violência policial no Brasil.
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Em outra esfera de atuação, membros da Comissão Arns irão se reunir com representantes regionais da ONU para apresentar um informe sobre os casos da chacina da Vila Cruzeiro e o assassinato de Genivaldo. Também será discutida a atuação do poder executivo.

Como resposta, a ONU solicitou explicações e investigações independentes em relação aos casos, repetidamente denunciados por diferentes órgãos das Nações Unidas.

Além disso, o Grupo Social-Democrata, que conta com 145 deputados de 26 países, sugeriu a adoção de uma resolução de emergência sobre a violência policial no Brasil. Nesta quarta, a Conferência dos Presidentes do Parlamento decidirá quais das resoluções de emergência serão levadas ao plenário para uma eventual adoção.
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As possíveis medidas a serem adotadas pelo Parlamento Europeu não resultam em sanções contra o Brasil e tampouco em impacto concreto imediato. Porém, segundo o jornalista Jamil Chade, no UOL, sinaliza que a Europa não está de acordo com as políticas de direitos humanos no país e que não está disposta a se aproximar diante de tal cenário.

Com informações do UOL

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Fonte: Portal Fórum

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