Política · Justiça

Para jornalista, militares não são força moderadora e a nota das Forças Armadas é uma ´´aberração``

O jornalista Reinaldo Azevedo criticou a nota assinada pela cúpula das Forças Armadas brasileiras sobre os atos antidemocráticos que questionam o resultado das eleições presidenciais.

Reinaldo classificou a manifestação como uma "aberração". "Militares não são Poder Moderador. Foi extinto com a República, precisamente a Constituição de 1891. Atentar contra a democracia é crime, não um direito", escreveu o jornalista.
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O almirante Almir Garnier Santos (Marinha), o general Marco Antônio Freire Gomes (Exército) e o tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior (Aeronáutica) afirmam que "são condenáveis tanto eventuais restrições a direitos, por parte de agentes públicos, quanto eventuais excessos cometidos em manifestações que possam restringir os direitos individuais e coletivos ou colocar em risco a segurança pública; bem como quaisquer ações, de indivíduos ou de entidades, públicas ou privadas, que alimentem a desarmonia na sociedade".
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Os militares, no entanto, não deixam claro a quem se referem quando falam que condenam "restrições a direitos por parte de agentes públicos". O recado pode ser direcionado ao ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que vem sendo criticado por bolsonaristas por atuar contra a disseminação de desinformação e os atos golpistas.
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Fonte: Brasil 247

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