Política · Segurança

Ailton Barros, preso pela PF, é dado por morto pelo exército e sua ´´viúva`` recebe pensão de R$ 22 mil

Ex-major Ailton Barros é considerado morto pelo Exército e deixa pensão de R$ 22 mil para a esposa,

Veja a publicação do perfil Eixo Político no Twitter:
Ex-major Ailton Barros é considerado morto pelo Exército e deixa pensão de R$ 22 mil para a esposa, informa a GloboNews.
Mas... Barros foi preso esta semana na operação sobre fraudes em cartões de vacinação e foi expulso do Exército após punições disciplinares.


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A GloboNews também fez uma publicação na mesma rede social sobre o caso:


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O benefício pode ser imoral, mas não é ilegal. Isso se chama pensão antecipada, onde o dependente direto do oficial expulso tem direito a receber uma pensão do que seria o salário dele. É do conhecimento do exército que o oficial continua vivo. É o que juridicamente se chama " morte ficta".

A morte ficta ou "mors omnia solvit" é a equiparação do militar excluído ou expulso, considerando ambos como mortos. É um instituto legal muito discutido.

O perfil Doutor Pândego, esclareceu resumidamente o que aconteceu para que essa imoralidade persista.

"A manutenção da absurda pensão por morte ficta de militares expulsos parece ter sido uma dívida de campanha do Bolsonaro com a maus militares
Logo no começo de 2019 ele mandou o projeto de lei que virou a lei, que reativou a mamata, que vinha sendo derrubada judicialmente."

Veja a publicação:




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Fonte: Plantão Brasil/Twitter

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