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BOMBA: Bolsonaro vendia presentes diplomáticos nos EUA!

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou que a Polícia Federal encontrou provas de uma estrutura criada para desviar presentes de alto valor dados por autoridades estrangeiras a Jair Bolsonaro durante sua presidência.
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Esta estrutura tinha como objetivo desviar presentes, como relógios de luxo e obras de arte, para o acervo privado do ex-presidente, que eram posteriormente vendidos nos Estados Unidos. O general Lourena Cid, que trabalhava no escritório da Apex em Miami durante o governo Bolsonaro, estava envolvido no esquema.
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Moraes destacou: Os elementos de prova colhidos demonstraram que, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi criada uma estrutura para desviar os bens de alto valor presenteados por autoridades estrangeiras ao ex-presidente da República, para serem posteriormente evadidos do Brasil, por meio de aeronaves da Força Aérea brasileira e vendidos nos Estados Unidos.
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As investigações indicam que os desvios começaram em meados de 2022 e terminaram no início deste ano. Em um dos casos, o general Cid teria recebido US$ 68 mil pela venda de dois relógios de luxo.
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Segundo Moraes, os presentes deveriam ser incorporados ao Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH), setor responsável pela guarda dos presentes na Presidência da República. No entanto, durante o governo Bolsonaro, muitos desses presentes foram atribuídos ao acervo privado do presidente, contrariando as normas e princípios da administração pública.

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Fonte: Plantão Brasil/ twitter

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