Justiça

Flávio Dino dá aula de Direito Constitucional, após críticas de ex-ministro

O ex-ministro do Trabalho e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Almir Pazzianotto (MDB), fez críticas à operação da Polícia Federal que cumpriu mandado judicial na casa do general Mauro Lourena Cid.

Em uma postagem na rede X (antigo Twitter), Pazzianotto classificou a operação como um "grave erro estratégico" do ministro da Justiça, Flávio Dino, e referiu-se à busca e apreensão como "invasão da residência". Ele ainda questionou se o comandante do Exército havia sido consultado sobre a operação.

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Flávio Dino, sempre preciso em suas colocações, respondeu de forma educada e esclarecedora. Ele destacou que a Polícia Federal estava apenas cumprindo um mandado de busca e apreensão expedido pelo Poder Judiciário, conforme estabelecido pela Constituição e pelo Código de Processo Penal. Dino reforçou a importância de investigar todos os indícios de crimes, independentemente da posição ou status do indivíduo, e elogiou a Polícia Federal por sua dedicação e seriedade.
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Veja a postagem:

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É surpreendente que Pazzianotto, que já foi perseguido pelos militares durante o regime ditatorial de 1964 por defender sindicatos de trabalhadores, tenha feito tais declarações. Ele relatou sua perseguição em 1985, após ser nomeado ministro do Trabalho por José Sarney. Pazzianotto tem uma longa carreira no direito trabalhista, tendo atuado como advogado para sindicatos e ocupado diversos cargos públicos, incluindo a presidência do TST.

As postagens de Pazzianotto e Dino geraram grande repercussão nas redes sociais. Enquanto Pazzianotto questionou a ação da Polícia Federal, Dino reforçou a importância do Estado de Direito e da aplicação imparcial da lei.



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Fonte: Plantão Brasil/Twitter

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