Unesco desmente parceria com projeto de Tarcísio para pessoas em situação de rua

O governo do estado de São Paulo, sob a liderança do governador Tarcísio de Freitas, propôs a criação de "Escolas Rurais para moradores em situação de rua", que foram interpretadas por alguns como campos de concentração em áreas rurais para abrigar a população sem-teto.
Segundo informações da Folha de S. Paulo, a proposta foi detalhada em um edital lançado pela Secretaria de Educação no início de agosto. O objetivo é contratar um consultor técnico para auxiliar no planejamento deste projeto, com um contrato avaliado em R$ 212 mil.
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A Secretaria de Educação, liderada por Renato Feder, defende a iniciativa como uma forma de oferecer programas educacionais para auxiliar a população vulnerável. Feder também é conhecido por sua proposta de substituir livros físicos por conteúdo online nas escolas, uma medida que gerou controvérsias.
Embora o projeto tenha sido apresentado como uma colaboração com a Unesco, a representação da organização no Brasil negou qualquer envolvimento, afirmando que não participa da implementação ou planejamento do programa.
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A deputada estadual Professora Bebel e o deputado Maurici, ambos do PT, criticaram a proposta. Bebel destacou que tais políticas podem ser vistas como tentativas de esconder as desigualdades sociais, enquanto Maurici questionou a lógica por trás da localização rural das "escolas" e a legalidade do confinamento compulsório.
Maurici também expressou preocupações sobre o projeto, afirmando: "Parece a criação de guetos, e não a busca de soluções para essa população".
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Fonte: Plantão Brasil

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