Política

Investigação aponta enriquecimento ilícito de Bolsonaro com esquema de joias

Investigadores que analisam o esquema de venda de joias oferecidas a Jair Bolsonaro durante viagens oficiais alegam que o propósito era o enriquecimento ilícito do ex-presidente, conforme reportagem de Juliana Dal Piva no UOL.
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O advogado de Bolsonaro, Frederick Wassef, propôs-se a viajar aos EUA para recuperar um relógio de luxo vendido. Posteriormente, o TCU exigiu sua devolução. Wassef teve o aval de Bolsonaro e de Mauro Cid, ajudante de ordens do então presidente, para a operação.
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O relógio, vendido para a empresa Precision Watches, foi recuperado por Wassef em 14 de março e retornado ao Brasil em 29 de março. Em 2 de abril, foi entregue a Cid.
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Documentos da investigação indicam que em 2 de abril de 2023, Wassef e Cid se encontraram em São Paulo, e o relógio foi entregue a Osmar Crivelatti, assessor de Bolsonaro.
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Wassef declarou à imprensa que só soube do caso das joias em 2023 e negou qualquer envolvimento em vendas ou negociações relacionadas a elas.

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Fonte: Plantão Brasil/ twitter

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