Exército antecipou crise do 8 de janeiro e optou por não agir

No dia 7 de janeiro, véspera dos ataques golpistas em Brasília, a cúpula do Exército já estava informada sobre a gravidade do que estava por vir. Informações da Folha de S. Paulo indicam que, além dos alertas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o Exército tinha dados próprios sobre a situação.
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Relatórios da Abin foram compartilhados com várias entidades, incluindo o Centro de Inteligência do Exército (CIE). No entanto, o CIE alegou não possuir relatórios sobre a situação no acampamento próximo ao Quartel-General, um dos epicentros dos distúrbios.
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A indecisão sobre as ações a serem tomadas prevaleceu, em parte devido à expectativa de que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) solicitasse reforços ao Comando Militar do Planalto (CMP). Tal solicitação, no entanto, não ocorreu.
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O Exército permitiu que os golpistas se refugiassem no acampamento próximo ao Quartel-General, onde foram protegidos, inclusive com o apoio de veículos militares. Generais afirmam que, embora houvesse pressão entre a base militar contra Lula, a cúpula militar não aderiu aos intentos golpistas.
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Fonte: Plantão Brasil/ twitter

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