No dia da Independência, Grito dos Excluídos ecoa pelo Brasil pedindo prisão de Bolsonaro

Em um ato de resistência e luta por justiça, movimentos sociais e partidos de esquerda tomaram as ruas do Brasil no 29º Grito dos Excluídos, realizado no 7 de Setembro. Em São Paulo, a voz do povo ecoou forte, pedindo a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticando as ações do governador Tarcísio de Freitas.
Os manifestantes, munidos de cartazes e faixas, denunciaram a corrupção associada a Bolsonaro, especialmente no caso do escândalo das joias, e sua tentativa de conspiração golpista. No entanto, o presidente Lula não ficou de fora das cobranças. O povo clama por ações concretas e o cumprimento das promessas de campanha, especialmente em áreas como habitação e reforma agrária.
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A edição deste ano do Grito dos Excluídos, que teve início em 1995 como uma iniciativa da Igreja Católica e movimentos populares, focou em temas como racismo, desigualdade social e violência contra grupos marginalizados. A CMP, uma das entidades líderes do protesto, enfatizou a necessidade de punir Bolsonaro por seus atos durante seu mandato, especialmente sua gestão durante a pandemia de Covid-19.
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Raimundo Bonfim, figura central na organização do evento, ressaltou a importância dos movimentos sociais na vitória de Lula em 2022 e expressou a urgência de atender às demandas do povo. Durante o protesto, houve também manifestações de solidariedade ao padre Julio Lancellotti, um verdadeiro herói que tem sido alvo de ameaças devido ao seu trabalho com a população de rua.
Com informações da Folha de S. Paulo
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Fonte: Plantão Brasil

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