Campanha global pressiona Lula a indicar mulher negra ao STF: O que está em jogo

A professora de filosofia Biazita Gomes, conhecida por suas análises críticas e ponderadas, comentou nesta sexta-feira (8) sobre a campanha internacional que pressiona o presidente Lula a indicar uma mulher negra para a vaga da ministra Rosa Weber no Supremo Tribunal Federal. A ministra Weber se aposentará em outubro, e, enquanto Lula avalia nomes competentes como Jorge Messias e Bruno Dantas, setores da esquerda, com apoio internacional, têm feito campanhas para que o presidente escolha uma mulher negra.
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Biazita Gomes, em sua postagem no X (antigo Twitter), destacou a magnitude da campanha, que ganhou visibilidade até em Nova Délhi, capital da Índia, onde Lula participa da Cúpula do G20. Outdoors em inglês, idioma que o presidente não fala, foram instalados na cidade, numa ação coordenada por diversas ONGs, incluindo a ONG Nossas, Coalizão Negra por Direitos e Instituto Marielle Franco.
Veja a postagem:
A campanha, que busca chamar atenção global para a representatividade no Judiciário brasileiro, reforça a importância da decisão de Lula, que sempre prezou pela democracia e justiça social.
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Antes da indicação do ministro Cristiano Zanin ao STF, o governo americano também tentou influenciar a decisão de Lula, pressionando-o a nomear uma mulher negra. No entanto, é essencial lembrar que a escolha do presidente deve ser baseada no mérito e competência, respeitando a soberania nacional.
*Com informações de “Brasil 247”
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Biazita Gomes, em sua postagem no X (antigo Twitter), destacou a magnitude da campanha, que ganhou visibilidade até em Nova Délhi, capital da Índia, onde Lula participa da Cúpula do G20. Outdoors em inglês, idioma que o presidente não fala, foram instalados na cidade, numa ação coordenada por diversas ONGs, incluindo a ONG Nossas, Coalizão Negra por Direitos e Instituto Marielle Franco.
Veja a postagem:
Campanha cara essa heim https://t.co/Oe4DzfLIFQ
— Biazita gomes (@biazitagomes) September 8, 2023
A campanha, que busca chamar atenção global para a representatividade no Judiciário brasileiro, reforça a importância da decisão de Lula, que sempre prezou pela democracia e justiça social.
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Antes da indicação do ministro Cristiano Zanin ao STF, o governo americano também tentou influenciar a decisão de Lula, pressionando-o a nomear uma mulher negra. No entanto, é essencial lembrar que a escolha do presidente deve ser baseada no mérito e competência, respeitando a soberania nacional.
*Com informações de “Brasil 247”
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Fonte: Plantão Brasil/X

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