Política

Relatório da PM-DF revela gastos astronômicos e falta de cooperação do Exército durante atos golpistas

Documentos do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) encaminhados à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas indicam gastos de R$ 805.083,12 em munições químicas para reprimir manifestantes extremistas.
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A coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, revela que o relatório também critica a ausência de cooperação do Exército durante os protestos bolsonaristas que resultaram na invasão e depredação dos Três Poderes em Brasília, em 8 de janeiro.
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O documento da PM-DF ressalta o uso intenso de balas de borracha, com cerca de 3.500 disparos, em contraponto aos 900 disparos registrados em maio de 2017, durante o governo de Michel Temer.
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O relatório cita o primeiro-sargento Beroaldo José de Freitas Júnior, que descreve a falta de auxílio do Exército ao se aproximarem do Palácio do Planalto. Após negativas dos militares, júnior decidiu quebrar a grade de acesso, permitindo que a tropa de choque se refugiasse no Palácio.
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O documento também destaca a agressão sofrida por três PMs, incluindo Júnior, que foram derrubados da cúpula do Congresso Nacional por manifestantes. Além disso, a PM relatou a perda de 87 itens, incluindo munições e equipamentos, e enfatizou o efetivo insuficiente para enfrentar os manifestantes.
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*Com informações da Folha de S. Paulo*

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Fonte: Plantão Brasil/ twitter

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