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Célula neonazista em Santa Catarina tem conexões internacionais e laços com bolsonaristas


A Polícia Civil de Santa Catarina desvendou que a célula neonazista desmantelada no estado tem ligações profundas com o grupo extremista Hammerskins, originário dos Estados Unidos. Além disso, essa célula realizou encontros em cidades turísticas do Rio Grande do Sul, como Gramado e Canela, possivelmente buscando expandir sua influência.

O delegado Arthur de Oliveira Lopes, que liderou a investigação, revelou que esses encontros sinistros na serra gaúcha ocorreram entre 2019 e 2020, período marcado pelo governo Bolsonaro e sua retórica divisiva.
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Objetos foram apreendidos com neonazistas de Santa Catarina. Foto: reprodução

Inicialmente, os neonazistas foram acusados de crimes como associação criminosa e apologia ao nazismo. Contudo, as investigações mostraram que o grupo operava de forma altamente organizada, com uma estrutura hierárquica clara, o que levou a uma reclassificação dos crimes para organização criminosa transnacional.
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A Justiça Federal está à frente do caso, garantindo que a lei seja aplicada com rigor. Durante os encontros, um cidadão dos EUA frequentemente vinha ao Brasil, solidificando os laços com o grupo brasileiro. Com essa parceria, o grupo adotou o nome de Southlands Hammerskins, mostrando sua ambição de expandir sua influência odiosa.

Com informações da fonte original.



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Fonte: Plantão Brasil

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