Aécio Pereira, primeiro preso por atos terroristas no 8/1, tem lado sombrio desvendado por vizinhos

Aécio Pereira, recentemente condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro, não é apenas conhecido por suas ações políticas. Seus vizinhos em Diadema, onde foi síndico de um condomínio, revelam um histórico perturbador de comportamento agressivo e intolerante.
Pereira acumula pelo menos 10 boletins de ocorrência contra ele, registrados por moradores do condomínio. Estes relatos incluem agressão verbal, homofobia, intolerância religiosa e até acusações de furto. Uma professora, vizinha de Pereira, relatou ameaças verbais constantes e mencionou uma ocasião em que ele chegou a agredir fisicamente outro morador.
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Vando Estrela, outro morador do condomínio, relembra que, inicialmente, tinha uma relação amigável com Pereira. No entanto, as coisas mudaram quando Pereira descobriu suas inclinações políticas de esquerda. A partir daí, Estrela foi alvo de ofensas homofóbicas e insultos constantes.
A filha da ex-síndica do condomínio também compartilhou sua experiência, descrevendo Pereira como uma figura machista e agressiva, especialmente com as mulheres. Ela e muitos outros moradores admitiram sentir medo dele.
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Profissionalmente, Pereira trabalhou por 28 anos como técnico da Sabesp, a empresa paulista de saneamento. Ele foi demitido três dias após os atos golpistas de 8 de janeiro. No STF, seu advogado, Sebastião Coelho, defendeu que Pereira não cometeu nenhum crime no dia em questão.
A condenação de Pereira e os relatos de seus vizinhos lançam luz sobre a complexidade e a controvérsia que cercam sua figura.
*Com informações do G1 Fantástico.
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Fonte: Plantão Brasil

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