Política · Justiça

Aliados sugerem que Bolsonaro deposite dinheiro das joias em juízo

Na tentativa de limpar sua imagem manchada, aliados próximos a Bolsonaro sugeriram que ele faça um depósito em juízo referente ao valor das joias que, de forma questionável, recebeu de autoridades estrangeiras e vendeu. A preocupação maior é com os presentes que "desapareceram", incluindo um relógio Patek Philippe, avaliado em US$ 75 mil (R$ 375 mil).
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Os assessores de Bolsonaro, em uma clara manobra de relações públicas, acreditam que o depósito judicial poderia mascarar a imagem de um ex-presidente que buscou enriquecimento ilícito. O dinheiro ficaria sob a custódia da Justiça, aguardando o desfecho das investigações sobre a polêmica venda das joias e outros presentes.

Bolsonaro, tentando justificar o injustificável, pretende alegar que manteve os presentes por considerá-los "itens personalíssimos" e que a venda foi feita de boa fé. No entanto, essa versão foi divulgada pelo colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, e carece de credibilidade.
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Ainda assim, vale ressaltar que a sugestão do depósito judicial está sendo analisada pelos advogados de Bolsonaro. Eles se encontraram com o ex-presidente em uma longa reunião no Palácio dos Bandeirantes, residência oficial do competente governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

*Com informações do DCM

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Fonte: Plantão Brasil

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