Justiça · Segurança

Associação de Delegados da PF defende autonomia após críticas de Arthur Lira

Após o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmar em entrevista à Folha que o governo precisa ter "cuidado" com excessos em investigações da PF, a ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal) respondeu que a atuação da corporação não privilegia nem persegue ninguém. Luciano Leiro, presidente da ADPF, destacou que a PF é um órgão de Estado e suas investigações são sempre pautadas pela legalidade e imparcialidade.
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Na entrevista, Lira havia criticado a PF, sugerindo que alguns policiais estavam indo além de suas funções. Ele também mencionou operações que envolveram aliados seus e criticou a Operação Perfídia, que investiga suposta fraude em licitação do Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro.

A avaliação de integrantes da PF é que as investigações são baseadas em fatos e que a melhor resposta é continuar com o trabalho. Eles também interpretaram as declarações de Lira como uma tentativa de intimidar a corporação.
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Leiro defendeu a autonomia funcional e investigativa dos delegados federais e ressaltou a importância da participação de representantes do Ministério Público e do Poder Judiciário nas investigações. Ele também reforçou que a PF não pode ser uma "polícia política".

*Com informações da Folha

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Fonte: Plantão Brasil

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