Almirante Garnier desaparece após delação de Cid

O almirante Almir Garnier Santos, após ser classificado em uma delação do tenente-coronel Mauro Cid, parece ter se isolado. Segundo informações do jornalista Ricardo Noblat, em sua coluna no Metrópoles, Garnier teria se distanciado após o depoimento de Cid vir a público, onde o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL) teria testemunhado um planejamento de golpe de Estado do ex- presidente, que contou apenas com o apoio da Marinha.
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Ex-colegas de Garnier afirmando que ele não tem respondido mensagens nem ligações atendidas. Além disso, o almirante deixou sua conta no Twitter, onde costumavam curtir publicações com conotação golpista. Oficialmente, Garnier afirmou que só se manifestará “nossos automóveis”.
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A senadora Eliziane Gama (PSD-MA), relatora da CPMI dos atos golpistas, anunciou que solicitará a quebra do sigilo telemático de Garnier, que foi citada em uma delação feita por Mauro Cid. Segundo a delação, Bolsonaro teria consultado Garnier sobre sua disposição em participar de um golpe, e o almirante teria respondido afirmativamente.
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Mauro Cid também comandou Filipe Martins, assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência, afirmando que apresentou um rascunho de plano golpista. Ainda não foi confirmado se esse rascunho é o mesmo encontrado com o ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Anderson Torres. Cid detalhou que Martins liderou um advogado constitucionalista e um padre para uma reunião relacionada a esses planos.
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*Com informações do Metrópoles*
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Fonte: Plantão Brasil/ twitter

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