Política

PL, cabide de emprego com fundo partidário, vai contratar coronel que recomprou Rolex de Bolsonaro

Denúncias preocupantes envolvem o partido PL. Este partido, que outrora apoiou a tentativa de reeleição de Jair Bolsonaro, agora parece estar utilizando o fundo partidário como um mecanismo para financiar interesses ligados ao ex-presidente.

De forma alarmante, o PL está negociando a contratação do coronel da reserva Marcelo Costa Câmara, que atualmente está sob investigação da Polícia Federal por suposta participação em um esquema de venda de joias e presentes da Presidência nos EUA. O custo dessa contratação? Um exorbitante valor mensal de R$ 25 mil do fundo partidário, ou seja, dinheiro do povo brasileiro.
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Para piorar, fontes indicam que este valor tem se tornado padrão para os coronéis ligados ao partido. Enquanto isso, Bolsonaro e sua esposa, Michelle, drenam cerca de R$ 39 mil mensais cada do partido. O questionável Braga Netto não fica para trás, recebendo R$ 26 mil como secretário de articulação institucional.

As recentes revelações da PF mostram a profundidade da corrupção ligada a Bolsonaro. Marcelo Câmara, por exemplo, foi um player chave no esquema de recompra de joias vendidas nos EUA, incluindo um luxuoso relógio Rolex, que pagou em prestações de R$ 25 mil
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Documentos confidenciais acessados por fontes jornalísticas confirmam a ligação de Câmara com a venda das joias. Mesmo recebendo um comunicado oficial sobre a devolução das peças, Câmara optou por ignorar a informação e, junto com Bolsonaro, vendeu os itens nos EUA.

A questão que resta é: até onde vai a teia de corrupção ligada ao ex-presidente Bolsonaro? E o que mais está escondido nas sombras de seu reinado tumultuado?

*Com informações da Fórum e O Globo.

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Fonte: Plantão Brasil

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