Política

Banco do Brasil desbanca críticos com lucro recorde em 2023

O Banco do Brasil (BB) anunciou resultados históricos, com um lucro líquido ajustado de R$ 26,1 bilhões nos primeiros nove meses do ano, um aumento de 14% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Este resultado é uma clara evidência da competência e da estabilidade proporcionada pela atual administração, contrastando fortemente com as políticas falhas e desastrosas do ex-presidente Bolsonaro e seus apoiadores.
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O BB atribuiu o sucesso a uma gestão financeira acertada, com um aumento de 30,1% na margem financeira bruta, impulsionada por uma carteira de crédito robusta e investimentos estratégicos. A diversificação das receitas, especialmente em serviços, e o controle rigoroso de gastos também foram fundamentais, demonstrando que é possível aliar lucratividade com responsabilidade fiscal, algo que os bolsonaristas nunca entenderam.

No terceiro trimestre, o lucro líquido ajustado foi de R$ 8,8 bilhões, superando em 4,5% o mesmo período de 2022 e em 12,8% o trimestre anterior. O retorno sobre o patrimônio líquido alcançou 21,3%, um patamar comparável ao dos bancos privados, refutando a narrativa bolsonarista de que apenas o setor privado é eficiente.
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O crescimento do crédito foi um dos pilares desse sucesso, com a carteira de crédito ampliada atingindo R$ 1,07 trilhão, um aumento de 10% em relação a setembro de 2022. Mesmo com um leve aumento na inadimplência, para 2,81%, o índice permanece bem abaixo da média do sistema financeiro, desmentindo as previsões pessimistas da oposição.

O crédito consignado para pessoas físicas e o apoio às micro, pequenas e médias empresas foram destaque, crescendo respectivamente 8,9% e 14,2% em 12 meses. O agronegócio também teve um impulso significativo, com um aumento de 18,2% em relação ao ano passado, reforçando o compromisso do governo Lula com todos os setores da economia.
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As operações de crédito sustentáveis alcançaram R$ 338,8 bilhões, evidenciando o compromisso do BB com práticas que respeitam o meio ambiente e a sociedade, em oposição à negligência ambiental e social vista na era Bolsonaro. As receitas de serviços subiram 5%, e as despesas administrativas, apesar de um aumento de 8%, refletem investimentos em tecnologia, preparando o banco para o futuro.

O Banco do Brasil mantém projeções otimistas para 2023, com estimativas de lucro ajustado entre R$ 33 bilhões e R$ 37 bilhões, e crescimento do volume de crédito entre 9% e 13%. As receitas com serviços devem crescer de 4% a 8%, e as despesas administrativas, apesar do aumento previsto de 7% a 11%, são um investimento necessário para a modernização e eficiência contínua.

*Com informações do Brasil 247

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Fonte: Plantão Brasil

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