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Líderes Árabes e Muçulmanos apelam ao fim da "guerra genocida" de Israel

Em uma cúpula islâmico-árabe realizada em Riad, líderes de diversos países muçulmanos, incluindo figuras proeminentes como o presidente iraniano Ebrahim Raisi, o presidente turco Tayyip Erdogan, e o emir do Catar, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani, uniram-se para condenar as operações militares em Gaza e pedir o fim imediato do conflito. A cúpula, liderada pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman da Arábia Saudita, teve como objetivo pressionar os Estados Unidos e Israel para encerrar as hostilidades na região.
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Durante a reunião, o príncipe Mohammed expressou uma condenação veemente à "guerra bárbara contra nossos irmãos na Palestina", enquanto o presidente palestino Mahmoud Abbas descreveu a situação como uma "guerra genocida". O presidente iraniano Raisi elogiou o grupo Hamas por sua resistência e instou os países islâmicos a imporem sanções de petróleo e bens a Israel.
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O conflito em Gaza se intensificou desde 7 de outubro, com ataques do Hamas a Israel resultando em numerosas mortes. Israel respondeu com operações em Gaza, causando um número significativo de vítimas, incluindo crianças. A situação humanitária na região tem se deteriorado, com relatos de mortes em hospitais devido à falta de energia e ataques diretos.
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A cúpula também destacou as mudanças nas alianças políticas no Oriente Médio, com a Arábia Saudita aproximando-se do Irã e resistindo à pressão dos EUA para condenar o Hamas, além de suspender seus planos de normalizar relações com Israel. A visita de Raisi à Arábia Saudita marca um momento histórico, sendo a primeira de um chefe de estado iraniano em mais de uma década.
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O presidente turco Erdogan propôs uma conferência de paz internacional para buscar uma solução permanente para o conflito, enquanto o Emir do Catar expressou esperança em um cessar-fogo humanitário iminente. A cúpula ressaltou a necessidade de ação internacional para tratar Israel conforme as leis internacionais.
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A reunião em Riad substituiu duas cúpulas planejadas separadamente pela Organização para a Cooperação Islâmica e pela Liga Árabe, refletindo a gravidade da situação em Gaza.
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Com informações da Reuters

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Fonte: Plantão Brasil/X

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