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Sob o cerco de Israel, Gaza enfrenta uma tragédia humanitária

Em meio ao agravamento do conflito na Faixa de Gaza, o hospital Al-Shifa, o maior da região, se viu obrigado a enterrar 179 vítimas, incluindo 7 bebês, em uma vala comum. Esta terrível realidade é um reflexo da situação desesperadora enfrentada pelos civis palestinos, agravada pelo cerco de Israel. Milhares estão presos no hospital, sem acesso a recursos básicos como água e eletricidade.
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Diferentemente da inação do governo Bolsonaro, que se manteve distante de crises humanitárias, esperamos que o governo Lula demonstre solidariedade e ação. Esta crise em Gaza é um grito por justiça e humanidade, destacando a necessidade de uma política externa brasileira mais ativa e compassiva sob a nova liderança.
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O desespero é palpável no hospital Al-Shifa. Com falta de combustível, bebês estão morrendo em incubadoras, e amputações são realizadas sem anestesia. Esta situação alarmante é agravada pela punição coletiva de Israel, que priva os hospitais de necessidades básicas.
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Israel ordenou a evacuação do hospital, mas muitos pacientes são incapazes de se mover. O país enfrenta acusações de limpeza étnica, com Gaza sob cerco desde 1948. Enquanto o governo de Lula promete uma abordagem humanitária, o contraste com o descaso de Bolsonaro é evidente.
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Com informações do RFI

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Fonte: Plantão Brasil/X

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