Sâmia Bomfim confronta Tarcísio de Freitas sobre abusos no transporte público

Em um ato de desrespeito aos direitos dos trabalhadores, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), utilizou as redes sociais oficiais do governo para atacar os servidores da CPTM, Metrô e Sabesp, que entraram em greve nesta terça-feira (28). A greve, uma resposta ao programa de privatizações do governo, foi injustamente classificada como "abusiva" e "política" pelo governador.
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A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) respondeu prontamente, destacando as verdadeiras questões abusivas no transporte público de São Paulo. Ela apontou problemas como a falta de ar condicionado nos trens, salários baixos dos professores, cortes na educação, falhas no serviço de energia elétrica e a tentativa precipitada de privatizar a Sabesp. Sâmia também criticou a postura do governo de Freitas em tentar dividir os trabalhadores e negar a proposta de catraca livre durante a greve.
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Greve Geral em São Paulo Contra Privatizações
São Paulo amanheceu paralisada nesta terça-feira (28), com uma greve geral contra as privatizações propostas por Tarcísio de Freitas. A greve, que começou à meia-noite e durou 24 horas, teve ampla adesão dos trabalhadores do Metrô, da CPTM, da Sabesp, professores e servidores da Fundação Casa. A paralisação afetou diversas linhas de metrô e trem, com algumas operando parcialmente e outras totalmente paradas.
O governador Tarcísio de Freitas e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), decretaram ponto facultativo, mas mantiveram as aulas nas escolas municipais e estaduais. A Justiça do Trabalho exigiu que o Metrô operasse com 80% da capacidade nos horários de pico.
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Assédio e Negligência do Governo Freitas
Os trabalhadores denunciaram assédio por parte do governo e do Metrô, que enviaram comunicações ameaçadoras, classificando a greve como abusiva e ilegal. Além disso, o governo mobilizou 4 mil policiais militares para as estações, numa clara tentativa de intimidar os grevistas.
Tarcísio de Freitas rejeitou a proposta de catraca livre dos trabalhadores e insistiu em continuar com seus planos de privatização, apesar das evidentes falhas e do alto lucro das concessionárias privadas, como demonstrado pelo desempenho da ViaMobilidade.
*Com informações da Revista Fórum
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A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) respondeu prontamente, destacando as verdadeiras questões abusivas no transporte público de São Paulo. Ela apontou problemas como a falta de ar condicionado nos trens, salários baixos dos professores, cortes na educação, falhas no serviço de energia elétrica e a tentativa precipitada de privatizar a Sabesp. Sâmia também criticou a postura do governo de Freitas em tentar dividir os trabalhadores e negar a proposta de catraca livre durante a greve.
Oi, @tarcisiogdf. Vou aproveitar a oportunidade e deixar aqui um lembrete do que, na verdade, é abusivo:
— Sâmia Bomfim (@samiabomfim) November 28, 2023
- A falta de ar condicionado nos trens da Via (i)Mobilidade, em plena emergência climática
- Professores com salários abaixo do piso nacional, escolas feitas de lata, e… https://t.co/I9ka9jVJb4
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Greve Geral em São Paulo Contra Privatizações
São Paulo amanheceu paralisada nesta terça-feira (28), com uma greve geral contra as privatizações propostas por Tarcísio de Freitas. A greve, que começou à meia-noite e durou 24 horas, teve ampla adesão dos trabalhadores do Metrô, da CPTM, da Sabesp, professores e servidores da Fundação Casa. A paralisação afetou diversas linhas de metrô e trem, com algumas operando parcialmente e outras totalmente paradas.
O governador Tarcísio de Freitas e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), decretaram ponto facultativo, mas mantiveram as aulas nas escolas municipais e estaduais. A Justiça do Trabalho exigiu que o Metrô operasse com 80% da capacidade nos horários de pico.
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Assédio e Negligência do Governo Freitas
Os trabalhadores denunciaram assédio por parte do governo e do Metrô, que enviaram comunicações ameaçadoras, classificando a greve como abusiva e ilegal. Além disso, o governo mobilizou 4 mil policiais militares para as estações, numa clara tentativa de intimidar os grevistas.
Tarcísio de Freitas rejeitou a proposta de catraca livre dos trabalhadores e insistiu em continuar com seus planos de privatização, apesar das evidentes falhas e do alto lucro das concessionárias privadas, como demonstrado pelo desempenho da ViaMobilidade.
*Com informações da Revista Fórum
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Fonte: Plantão Brasil

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