Gleisi Hoffmann critica política de armamento de Bolsonaro após trágica morte de policial

Gleisi Hoffmann, presidente do PT, expressou forte crítica à política armamentista de Jair Bolsonaro, associando-a à recente morte da policial civil Milene Bagalho Estevam, que foi vítima de um tiroteio em São Paulo.
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A deputada federal destacou o caso como um exemplo das consequências negativas da política de armas de Bolsonaro, mencionando que o empresário envolvido, Rogério Saladino, possuía uma pistola irregular e fazia parte do grupo CAC (caçadores, atiradores desportivos e colecionadores).
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Hoffmann demonstrou solidariedade à família da policial, reconhecendo a dedicação de Milene na resolução de casos de latrocínios e homicídios e sua distinção na corporação policial.
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Com informações do X
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A deputada federal destacou o caso como um exemplo das consequências negativas da política de armas de Bolsonaro, mencionando que o empresário envolvido, Rogério Saladino, possuía uma pistola irregular e fazia parte do grupo CAC (caçadores, atiradores desportivos e colecionadores).
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Hoffmann demonstrou solidariedade à família da policial, reconhecendo a dedicação de Milene na resolução de casos de latrocínios e homicídios e sua distinção na corporação policial.
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Morte da policial civil Milene Bagalho Estevam, no Jardim América, em SP, é mais uma prova da desastrosa política armamentista colocada em prática por Bolsonaro. O empresário tinha uma pistola irregular com ele e era CAC, os ditos cidadãos de bem! Toda minha solidariedade à…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) December 18, 2023
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Fonte: PlantãoBrasil/X

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