Operação Dinastia 2: PF busca prender Zinho, líder da maior milícia do Rio

Uma nova operação, intitulada Dinastia 2, foi deflagrada nesta terça-feira pela Polícia Federal e o Ministério Público do Rio de Janeiro, visando prender Luis Antonio da Silva Braga, conhecido como Zinho, líder da maior milícia do estado.
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Além de Zinho, outros 11 criminosos são alvo de mandados de prisão. Até o momento, cinco pessoas foram detidas, mas Zinho continua foragido. Esta operação segue uma anterior, realizada em agosto do ano passado, na qual oito pessoas foram presas.
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O foco desta segunda fase é desmantelar o núcleo financeiro do grupo paramilitar, com mandados expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa do Rio de Janeiro.
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A investigação identificou a estrutura de cobrança de taxas ilegais impostas a grandes empresas e comerciantes locais, além de contas correntes usadas para depósitos desses valores.
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Paralelamente, a Operação Batismo foi deflagrada na segunda-feira, resultando no afastamento da deputada estadual Lúcia Helena Pinto de Barros, a Lucinha (PSD), suspeita de favorecer a milícia de Zinho. Na casa da deputada, foram encontradas duas pistolas calibre 22 e R$ 148 mil.
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Lucinha é considerada o braço político da milícia, com indícios de interferência na segurança pública do Rio e favorecimento ao transporte de vans controlado pela milícia. Ela foi ouvida e liberada, já que parlamentares só podem ser presos em flagrante e por crimes inafiançáveis.
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A investigação aponta que Lucinha teve pelo menos 15 encontros com membros do Bonde do Zinho, evitando comunicação direta com o líder da milícia para não ser descoberta.
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Com informações da Agenda do Poder
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Fonte: PlantãoBrasil/X

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