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Rússia lança ataques em várias regiões da Ucrânia, intensificando o conflito

Um ataque massivo da Rússia contra a Ucrânia, ocorrido nesta sexta-feira (29), resultou em uma tragédia com 30 mortes e 60 feridos. Cidades como Kiev, Kharkiv e Lviv sofreram com explosões intensas, causadas por mísseis de cruzeiro, balísticos, hipersônicos e drones, conforme relatado pela Força Aérea Ucraniana. Este ataque, um dos mais severos do ano, incluiu 158 mísseis e teve como alvos maternidades, escolas, shoppings e residências, segundo o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

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Zelensky prometeu uma resposta firme a este que chamou de "ataque terrorista". Em Kiev, dez pessoas morreram sob escombros, enquanto em Odessa, mísseis atingiram uma área residencial, matando duas pessoas. Dnipro e Kharkiv também registraram vítimas fatais. O presidente ucraniano reafirmou o compromisso de lutar pela segurança do país, apesar das perdas e ferimentos causados pelos ataques.

Enquanto o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov, afirmou que apenas alvos militares foram atingidos, o governo ucraniano contestou, acusando a Rússia de mirar infraestruturas sociais, uma tática recorrente para desestabilizar cidades ucranianas ao longo de 2023.
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Os ataques também causaram danos significativos em várias cidades. Em Kiev, uma estação de metrô usada como abrigo foi atingida, ferindo cinco pessoas. Kharkiv sofreu 22 ataques, afetando hospitais e prédios residenciais, enquanto em Lviv, um prédio residencial foi bombardeado, resultando em uma morte e três feridos. Em Dnipro, uma maternidade foi atacada, e em Odessa, uma área residencial foi bombardeada, demonstrando a brutalidade dos ataques russos.



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Além das perdas humanas, os ataques causaram apagões em quatro regiões da Ucrânia, segundo o Ministério da Energia do país. Este ataque encerra um ano de conflito em que nenhum dos lados conseguiu avanços significativos. A contraofensiva ucraniana, apoiada pelos Estados Unidos e Europa, avançou menos do que o esperado, enquanto a Rússia manteve a maior parte dos territórios conquistados em 2022, controlando cerca de 20% do território ucraniano.

Com informações do G1

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Fonte: Plantão Brasil

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