Petrobrás investiga venda de refinaria na Bahia a fundo árabe no governo Bolsonaro

O presidente da Petrobrás, Jean Paul Prates, confirmou que a venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, ao fundo Mubadala dos Emirados Árabes Unidos, em 2021, durante o governo Bolsonaro, está sendo investigada. A transação, realizada por US$ 1,65 bilhão, está sob análise por possível venda abaixo do valor adequado, conforme a Controladoria-Geral da União (CGU) aponta.
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A CGU está investigando possíveis distorções no valor da venda. O Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) estima que a refinaria poderia valer entre US$ 3 bilhões (R$ 14,5 bilhões) e US$ 4 bilhões (R$ 19,4 bilhões) na época da transação. Isso poderia representar um prejuízo acima dos R$ 10 bilhões para o país.
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Prates salientou a importância da investigação, destacando a necessidade de proteger o patrimônio público e privado representado pela Petrobrás. Além disso, levantou-se a possibilidade de conexão entre a venda da refinaria e um caso de recebimento de joias por Bolsonaro durante visitas aos Emirados Árabes. A Polícia Federal investiga um possível esquema ilegal de compra e venda de joias de outros países, o que levanta a necessidade de averiguar se há relação entre esses eventos.
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A Petrobrás está em diálogo com os órgãos de controle e aguarda as conclusões dessas investigações para nortear suas próximas ações, visando à preservação dos interesses públicos e privados envolvidos na transação da refinaria.
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Com informações do Brasil247
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Fonte: plantãoBrasil/X

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