Após um ano, atos golpistas de 2023 permanecem sem principais responsáveis identificados

Um ano se passou desde os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, que abalaram a capital federal e resultaram na detenção de mais de 2 mil pessoas. Apesar dos executores estarem detidos, as investigações ainda não responsabilizaram os mentores envolvidos no planejamento desses eventos.
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Os ataques aconteceram no início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em resposta à não aceitação dos resultados eleitorais pelos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro foi indiciado pela CPMI do Congresso, mas ainda não enfrentou uma denúncia formal na Justiça.
Mesmo com mais de 2 mil presos e mais de mil denunciados pela PGR por atos antidemocráticos, nenhum mentor ou político foi incluído na lista de detidos e condenados, conforme reportagem do Estado de S. Paulo. O prejuízo aos Três Poderes foi estimado em R$ 12 milhões pelo STF.
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Em 2024, o Judiciário e o Ministério Público afirmam que seguirão investigando os financiadores e mentores do golpe, incluindo autoridades públicas. O ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito, garantiu que todos os responsáveis, civis e militares, serão processados e punidos.
Com informações do Brasil 247
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Fonte: Plantão Brasil

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