Política

Governo brasileiro exige retorno imediato de embaixador em Quito devido a crise de violência

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva instruiu o embaixador do Brasil no Equador, Pompeu Andreucci, a retornar imediatamente a Quito. O embaixador, nomeado durante a administração de Jair Bolsonaro, estava de férias e até recentemente não havia se comunicado com a representação brasileira no Equador, apesar da situação crítica no país.
[bn1][/bn1]
A ordem de retorno urgente ocorre em meio a uma onda crescente de violência relacionada ao narcotráfico no Equador, onde o governo declarou estado de exceção para combater o crime organizado.
[bn1][/bn1]
Na quarta-feira (10), o encarregado de negócios da embaixada brasileira em Quito, Afonso Neri, expressou apoio ao presidente equatoriano Daniel Noboa. Em resposta, o chanceler Mauro Vieira convocou o embaixador Andreucci a se apresentar no Palácio Itamaraty em Brasília antes de retornar ao Equador.
[bn1][/bn1]
A decisão do governo Lula em chamar o embaixador para retorno imediato reflete a preocupação com a situação no Equador. O Ministério das Relações Exteriores brasileiro divulgou um comunicado expressando atenção à crise no país andino.
[bn1][/bn1]
A situação no Equador foi discutida em uma reunião recente entre o presidente Lula, o chanceler Vieira e o assessor especial para assuntos internacionais, Celso Amorim. A reunião destacou a importância do papel do Brasil em acompanhar e responder aos desenvolvimentos na região.
[bn1][/bn1]
O governo brasileiro continua a monitorar de perto os eventos no Equador, mantendo-se comprometido em desempenhar um papel ativo na promoção da estabilidade na América Latina.
[bn1][/bn1]
Com informações da ANSA

Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]

Fonte: PlantãoBrasil/X

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaRicharlison denuncia Flávio Bolsonaro e pede intervenção da PF em disputa por mansão