Política · Economia

Evangélicos atacam Lula por revogar isenção tributária implementada por Bolsonaro

O Secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, revogou a isenção tributária sobre os salários de ministros de todas as religiões, que havia sido implementada às vésperas das eleições de 2022 durante o governo Bolsonaro. A decisão causou desconforto entre líderes religiosos e membros da bancada evangélica, que consideram a medida "uma afronta".
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O pastor Silas Malafaia e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) reagiram negativamente à revogação, com Malafaia negando que Bolsonaro tenha concedido tal isenção e Cavalcante acusando o governo Lula de afrontar as religiões. O presidente da bancada evangélica no Senado, Carlos Viana (Podemos-MG), também atacou a gestão petista, acusando-a de usar instituições para perseguir opositores politicamente.


O bispo Robson Rodovalho, fundador da Sara Nossa Terra, argumentou que pastores e padres recebem prebendas missionárias e não salários, e que a medida fere a imunidade já prevista na Constituição. A controvérsia intensifica as tensões entre o governo Lula e os evangélicos, especialmente os ligados a Bolsonaro, que continuam a criticar a atual administração.

Com informações do DCM

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Fonte: Plantão Brasil

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