Política · Segurança

Com a crescente tensão na investigação do assassinato de Marielle, PF oferece proteção a colaboradores

As investigações da Polícia Federal (PF) sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes estão intensificando as preocupações com a segurança dos familiares dos colaboradores do caso. Conforme destacado pela jornalista Andréia Sadi, do G1, a PF tem um programa de proteção para colaboradores, mas há uma crescente ansiedade sobre possíveis ameaças contra as famílias desses indivíduos, levando a corporação a adotar medidas preventivas.

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Recentemente, surgiu a informação de que o ex-PM Ronnie Lessa, um dos envolvidos no crime, está colaborando com as autoridades em um acordo de delação premiada. A defesa de Lessa expressou preocupações com a segurança de sua família, evidenciando a tensão em torno do caso. Lessa apontou o conselheiro do TCE-RJ, Domingos Brazão, como um dos mandantes do crime.



Contudo, a PF esclareceu que, até o momento, somente Élcio Queiroz, o motorista do veículo usado no crime, firmou um acordo de colaboração. Queiroz também solicitou proteção para sua família, destacando que a maior segurança para os envolvidos seria revelar informações.

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A expectativa é que o caso Marielle e Anderson seja esclarecido no primeiro semestre deste ano. Fontes próximas às investigações ressaltam que o caso está inserido em um contexto mais amplo de crimes no Rio de Janeiro, envolvendo milícias e sua relação com o cenário político. O nível de envolvimento entre milícia e política tem sido comparado à violência em países como a Colômbia, e há suspeitas de um movimento de "queima de arquivo" entre criminosos.



Com informações do Brasil 247



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Fonte: Plantão Brasil

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