Política · Justiça · Segurança

Presidente do PL acusa operação da PF de perseguir partido de Bolsonaro

Em meio às recentes investigações da Operação Vigilância Aproximada, que analisa alegações de um sistema de espionagem ilegal no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, o silêncio do próprio Bolsonaro é notável. A operação, autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, foca em Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin e atual deputado pelo PL, partido de Bolsonaro.
[bn2][/bn2]
Em uma ação defensiva, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, tem atacado as instituições, com críticas direcionadas a Moraes, comparando-o ao ex-ministro Sergio Moro e insinuando aspirações políticas por parte do magistrado.

Costa Neto também mirou o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, por permitir ações da PF contra parlamentares do PL, incluindo a busca recente no gabinete de Ramagem. Em declarações nas redes sociais, Costa Neto classificou as ações como "perseguição por causa do Bolsonaro", argumentando que isso poderia até favorecer a eleição de Ramagem para a prefeitura do Rio de Janeiro.
[bn1][/bn1]
Além disso, Costa Neto, após elogiar Lula, criticou o PT, acusando o partido de sequestrar instituições para fins políticos, em vez de combater o crime organizado. Ele expressou indignação com o que considera uma falta de defesa da imunidade parlamentar e criticou a liderança de Pacheco no Senado por não proteger os interesses dos parlamentares.

Veja as publicações no X:



Com informações da Revista Fórum

Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]

Fonte: Plantão Brasil

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaRicharlison denuncia Flávio Bolsonaro e pede intervenção da PF em disputa por mansão