Política · Justiça

Grupo Prerrogativas pede ao STF a lista dos 30 mil espionados pela Abin paralela

A recente operação da Polícia Federal, "Vigilância Aproximada", revelou o uso de uma Abin paralela durante o governo de Jair Bolsonaro, sob o comando de Alexandre Ramagem, gerando polêmica e indignação. Em meio a essas revelações, os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Fernando Iochida Lacerda, do Grupo Prerrogativas, apresentaram uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando a divulgação dos nomes das 30 mil pessoas que foram alvo do monitoramento ilegal da Abin paralela.
[bn1][/bn1]
A PF identificou que Ramagem, utilizando o software israelense FirstMile, espionou uma gama de indivíduos, incluindo políticos, jornalistas, e até professores, que poderiam ser considerados uma "ameaça" ao ex-presidente Bolsonaro. Além disso, a Abin paralela foi usada para vigiar investigadores envolvidos em casos contra os filhos de Bolsonaro, como Flávio e Jair Renan.

Os advogados do Grupo Prerrogativas apontam que essas ações configuram crimes de quebra de sigilo ilegal e invasão de dispositivos informáticos. Eles reivindicam que os cidadãos brasileiros têm o direito de saber se foram monitorados ilegalmente, e, nesse caso, de receber indenizações correspondentes.

Com informações da Revista Fórum

Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: [email protected]

Fonte: Plantão Brasil

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaRicharlison denuncia Flávio Bolsonaro e pede intervenção da PF em disputa por mansão