Política · Justiça

Agente da PF afastado por Moraes fez parte da segurança de Bolsonaro no incidente da facada

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, tomou uma decisão crucial para a democracia brasileira ao afastar sete agentes da Polícia Federal envolvidos na chamada "Abin paralela". Esta estrutura, supostamente criada durante o governo de Jair Bolsonaro, tinha como finalidade a vigilância ilegal de opositores políticos, membros da família Bolsonaro e aliados do ex-presidente.
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Entre os afastados está Marcelo Araújo Bormevet, um nome de destaque na segurança de Bolsonaro desde o atentado em 2018 e posteriormente incorporado ao círculo íntimo do ex-presidente e de Alexandre Ramagem. Bormevet, conhecido por sua militância fervorosa ao bolsonarismo e autoproclamado "100% patriota, conservador e cristão", é um claro exemplo do aparelhamento político que permeou a Polícia Federal durante o governo anterior.


Os outros agentes afastados incluem Felipe Arlotta Freitas, importante coordenador no Centro de Inteligência Nacional (CIN), Carlos Magno de Deus Rodrigues, responsável pela Coordenação-Geral de Credenciamento de Segurança, Henrique César Prado Zordan, Alexandre Ramalho e Luiz Felipe Barros Felix, todos com posições estratégicas na Abin.
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Estas ações de Moraes são fundamentais para garantir a integridade das instituições brasileiras e para combater as práticas autoritárias que se infiltraram em órgãos de inteligência durante o governo Bolsonaro. A decisão representa um passo significativo na luta contra o abuso de poder e na preservação da democracia no Brasil.

Com informações do DCM




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Fonte: Plantão Brasil

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