Política · Justiça

Gilmar Mendes e CGU alertam sobre limitações de estudo da ONG Transparência Internacional

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), expressou ceticismo quanto ao recente levantamento da Transparência Internacional, que posicionou o Brasil em 104º lugar no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2023. Este ranking, que avalia 180 países, indicou uma queda do Brasil de dez posições durante o terceiro mandato do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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Mendes enfatizou que é preciso cautela ao interpretar um índice baseado em percepções e destacou a necessidade de uma análise mais profunda para evitar conclusões apressadas. Suas observações acompanham as da Controladoria-Geral da União (CGU), que também apontou limitações metodológicas no estudo e advertiu sobre a complexidade da corrupção, um fenômeno que nenhum indicador consegue capturar totalmente.


As críticas ao levantamento se estendem ao campo político. Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT e deputada, acusou a Transparência Internacional de atuar como oposição política ao presidente Lula. Wadih Damous, secretário nacional do Consumidor, questionou a credibilidade da ONG, acusando-a de colaborar com a Operação Lava Jato.

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A relação entre a Transparência Internacional e a Lava Jato foi alvo de denúncias, especialmente após a revelação de um grupo no Telegram que incluía o ex-juiz Sergio Moro, o ex-procurador Deltan Dallagnol, além de outros membros do Ministério Público e o dirigente da ONG no Brasil, Bruno Brandão.

Com informações do DCM

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Fonte: Plantão Brasil

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