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A delação premiada de Mauro Cid pode ser anulada se ele não explicar novos crimes descobertos

A Polícia Federal intensifica suas investigações sobre a delação do tenente-coronel Mauro Cid, focando na promessa de R$ 100 mil feita a Rafael Martins de Oliveira, para estimular participações em atos golpistas em Brasília. As conversas entre Cid e Martins, reveladas pelo STF, sugerem planos para financiar a mobilização, levantando suspeitas sobre a fonte do dinheiro, possivelmente vinculada à Presidência.
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A delação de Cid, até então, omite detalhes sobre este financiamento, o que poderia colocar em risco os benefícios de seu acordo com a PF. A investigação sugere que os recursos poderiam originar-se de uma conta da Presidência, implicando diretamente o ex-presidente Bolsonaro nas tentativas de subversão democrática.

Os diálogos apontam Cid como peça central na organização e financiamento de manifestações que buscavam desestabilizar a democracia brasileira, com a Polícia Federal buscando esclarecer a origem e o destino dos R$ 100 mil prometidos e sua aplicação no transporte de oficiais para Brasília.
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Além disso, as reuniões gravadas e os encontros de Cid com figuras militares de alta patente, discutindo abertamente o apoio a um golpe, são alvo da investigação, que busca compreender integralmente o alcance das ações planejadas e a sua execução.

Esta investigação destaca não apenas a gravidade das tentativas de golpe, mas também a necessidade urgente de responsabilização de todos os envolvidos, em um esforço para preservar os fundamentos democráticos do país.

Com informações do Brasil 247

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Fonte: Plantão Brasil

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