Política

Militares blindam companheiros de farda e responsabilizam Bolsonaro por tentativa de golpe

Na Operação Tempus Veritatis, que investiga um possível golpe de Estado orquestrado por Jair Bolsonaro (PL) e aliados, há esforços entre militares para proteger e diminuir o envolvimento de colegas nas tentativas golpistas. Informações apontam que alguns oficiais acreditam na atribuição exagerada de influência a militares de patentes inferiores, incapazes de mobilizar suporte significativo, como destacado na análise sobre o general Estevam Theophilo, do Comando de Operações Especiais Terrestres (Coter).
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O Exército esclarece que o Coter, localizado em Goiânia, carece de capacidade operacional direta, dependendo de autorizações superiores para qualquer ação. Além disso, críticas recaem sobre militares como o coronel Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros e outros por supostamente fornecerem informações inverídicas ao grupo golpista, sendo considerados de influência limitada aos seus círculos sociais.
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A reportagem também sugere uma percepção inflada do papel das Forças Especiais no cenário golpista, tratando-as como unidades de entrada sem comando decisivo. Mesmo figuras proeminentes como o ex-ministro Augusto Heleno e Walter Braga Netto, ambos na reserva, são vistas como incapazes de liderar uma mobilização eficaz.

Com informações do Brasil 247

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Fonte: Plantão Brasil

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