Ministério da Saúde desmascara fake news bolsonarista sobre aborto no governo Lula

O Ministério da Saúde, se posicionou firmemente contra as distorções e o uso indevido de uma nota técnica da pasta para a propagação de desinformação. Bolsonaristas manipularam o conteúdo deste documento para espalhar falsas alegações de que o governo Lula teria legalizado o aborto no Brasil.
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A nota técnica em questão, originalmente emitida para revisar orientações do governo Bolsonaro sobre o aborto legal, não passou por todas as instâncias obrigatórias dentro do Ministério da Saúde nem pela consultoria jurídica da Pasta, levando à sua suspensão. A recomendação anterior limitava a realização do aborto legal a até 21 semanas e 6 dias de gestação, baseando-se na premissa de viabilidade fetal externa. Este critério criou barreiras significativas para o acesso ao aborto legal, como evidenciado pelo caso amplamente divulgado de uma menina de 11 anos em Santa Catarina, estuprada e inicialmente proibida de realizar o procedimento.
A ministra Trindade, ao tomar conhecimento da publicação e da subsequente desinformação gerada, agiu prontamente para esclarecer a situação. A suspensão da nota técnica reflete o compromisso do governo com a precisão e a responsabilidade na comunicação de políticas públicas, especialmente em assuntos tão sensíveis quanto o direito ao aborto legal nos casos previstos em lei.
O incidente destaca a importância de processos claros e transparentes no desenvolvimento e na comunicação de políticas de saúde, bem como a necessidade de vigilância constante contra a desinformação. O Ministério da Saúde reitera seu compromisso com a saúde e o bem-estar de todos os brasileiros, assegurando que todas as medidas e orientações sejam baseadas em evidências científicas e no respeito às leis vigentes.
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Com informações do X
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A nota técnica em questão, originalmente emitida para revisar orientações do governo Bolsonaro sobre o aborto legal, não passou por todas as instâncias obrigatórias dentro do Ministério da Saúde nem pela consultoria jurídica da Pasta, levando à sua suspensão. A recomendação anterior limitava a realização do aborto legal a até 21 semanas e 6 dias de gestação, baseando-se na premissa de viabilidade fetal externa. Este critério criou barreiras significativas para o acesso ao aborto legal, como evidenciado pelo caso amplamente divulgado de uma menina de 11 anos em Santa Catarina, estuprada e inicialmente proibida de realizar o procedimento.
A ministra Trindade, ao tomar conhecimento da publicação e da subsequente desinformação gerada, agiu prontamente para esclarecer a situação. A suspensão da nota técnica reflete o compromisso do governo com a precisão e a responsabilidade na comunicação de políticas públicas, especialmente em assuntos tão sensíveis quanto o direito ao aborto legal nos casos previstos em lei.
O incidente destaca a importância de processos claros e transparentes no desenvolvimento e na comunicação de políticas de saúde, bem como a necessidade de vigilância constante contra a desinformação. O Ministério da Saúde reitera seu compromisso com a saúde e o bem-estar de todos os brasileiros, assegurando que todas as medidas e orientações sejam baseadas em evidências científicas e no respeito às leis vigentes.
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A ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante agenda desta quinta-feira, sobre ações do Governo Federal para a saúde dos povos Yanomami, tomou conhecimento da publicação da Nota Técnica nº 2/2024 a respeito de recomendações sobre a realização do aborto nos casos previstos em lei.
— Ministério da Saúde ?? (@minsaude) February 29, 2024
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Fonte: PlantãoBrasil/X

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