Braga Netto ignorou a ligação de Rivaldo Barbosa com a milícia e exonerou o delegado que fez o alerta

Na gestão do governo Temer, durante a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, uma escolha controversa colocou o interventor Braga Netto sob os holofotes. Contra as advertências de ligação com milícias, a nomeação de Rivaldo Barbosa para a Secretaria de Polícia Civil em março de 2018 foi mantida, um movimento questionável que precedeu o trágico assassinato de Marielle Franco. Essa decisão, ignorando os alertas de Fábio Galvão, então subsecretário de Inteligência, desencadeou uma série de ações controversas, incluindo a demissão do próprio Galvão, responsável por operações significativas contra a criminalidade. Hoje, Galvão ocupa uma posição de destaque na Polícia Federal, enquanto Braga Netto enfrenta desafios não apenas com esse incidente mas também com as investigações sobre tentativas de golpe de estado.
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Alegações surgem de que a decisão de nomear Barbosa teria vindo de Richard Nunes, então secretário de Segurança Pública, tentando desvincular Braga Netto das responsabilidades. Em meio a esse turbilhão, a defesa de Braga Netto esclarece que, na época, as indicações para nomeações na Polícia Civil eram prerrogativas do Secretário de Segurança Pública, cabendo ao Interventor Federal a formalização dos atos administrativos, em um contexto onde a gestão da segurança pública no estado era um desafio imenso.
Com informações de O Globo
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Fonte: Plantão Brasil

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