PF descreve defesa de Bolsonaro como "risível" e "patética" após estadia na embaixada da Hungria

A tentativa de justificativa de Jair Bolsonaro por sua presença na embaixada da Hungria foi recebida com ceticismo pela Polícia Federal (PF), sendo descrita internamente como “risível” e “patética”. Indicando uma percepção de que a defesa do ex-presidente ofereceu uma explicação fraca, que mais se assemelha a uma admissão de um plano de fuga em resposta a um possível mandado de prisão ligado às investigações de uma suposta conspiração para um golpe de Estado durante seu mandato.
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Bolsonaro encontrou refúgio na embaixada húngara logo após a apreensão de seu passaporte pela PF em fevereiro. Agora, a PF aguarda a explicação oficial exigida pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, que deu um prazo de 48 horas para tal. Este movimento é parte de uma estratégia mais ampla para antecipar e prevenir uma potencial tentativa de Bolsonaro de buscar asilo numa embaixada, face a eventuais decisões judiciais desfavoráveis.
Além disso, o Ministério das Relações Exteriores convocou o embaixador húngaro para esclarecimentos, num gesto interpretado como desaprovação da ação da Hungria, que pareceu interferir em assuntos internos do Brasil ao acolher Bolsonaro. Durante o encontro com a diretora do departamento de Europa e América do Norte, o embaixador húngaro apresentou-se visivelmente desconfortável, especialmente após a divulgação de imagens sugerindo que a embaixada agiu em favor de Bolsonaro ao abrigá-lo.
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Com informações do g1
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Fonte: PlantãoBrasil/X

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