Ministro israelense se junta a Elon Musk em crítica contra Lula

O Ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz aliou-se ao magnata Elon Musk, proprietário do X (antigo Twitter), em um ataque coordenado contra autoridades do Brasil. Katz endossou as críticas de Musk acerca da suposta censura praticada pelo Brasil, sugerindo de forma provocativa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mereceria ser censurado na plataforma por supostamente distorcer a verdade. "Se alguém deveria ser bloqueado ou censurado no X deveria ser você, Lula, por seu hábito de censurar e distorcer a verdade", declarou Katz, marcando uma escalada nas tensões diplomáticas.
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Esse embate digital não representa um episódio isolado. Katz já havia lançado provocações contra Lula, especialmente após comentários do presidente brasileiro que comparavam a ação militar israelense em Gaza ao Holocausto, culminando na declaração de Katz de que Lula seria considerado "persona non grata" em Israel.
Paralelamente, Musk, em uma investida contra o Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro, acusou o ministro Alexandre de Moraes de promover censura, ameaçando até mesmo desobedecer ordens judiciais. O presidente Lula, também visado por Musk, foi defendido pelo governo brasileiro, que repudiou as acusações, especialmente as que sugeriam que Moraes havia agido para beneficiar Lula politicamente.
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Em uma resposta às controvérsias geradas, o STF incluiu Musk no inquérito das milícias digitais, ampliando as investigações para incluir suas ações e declarações. Ademais, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União solicitou a anulação dos contratos do governo com as empresas de Musk e levantou a possibilidade de suspender as operações do X no Brasil, evidenciando as complexas repercussões legais e diplomáticas desse confronto.
Com informações do DCM
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Esse embate digital não representa um episódio isolado. Katz já havia lançado provocações contra Lula, especialmente após comentários do presidente brasileiro que comparavam a ação militar israelense em Gaza ao Holocausto, culminando na declaração de Katz de que Lula seria considerado "persona non grata" em Israel.
Se alguém deveria ser bloqueado ou censurado no X deveria ser você, @LulaOficial.
— ????? ?”? Israel Katz (@Israel_katz) April 11, 2024
Você tem o hábito de censurar e distorcer a verdade, então não é surpresa que esteja tentando censurar os outros. pic.twitter.com/cnaDPJJ20o
Paralelamente, Musk, em uma investida contra o Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro, acusou o ministro Alexandre de Moraes de promover censura, ameaçando até mesmo desobedecer ordens judiciais. O presidente Lula, também visado por Musk, foi defendido pelo governo brasileiro, que repudiou as acusações, especialmente as que sugeriam que Moraes havia agido para beneficiar Lula politicamente.
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Em uma resposta às controvérsias geradas, o STF incluiu Musk no inquérito das milícias digitais, ampliando as investigações para incluir suas ações e declarações. Ademais, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União solicitou a anulação dos contratos do governo com as empresas de Musk e levantou a possibilidade de suspender as operações do X no Brasil, evidenciando as complexas repercussões legais e diplomáticas desse confronto.
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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