Musk obedece ordem da Comissão Eleitoral da India para remoção de posts da plataforma

A rede social X (antigo Twitter) anunciou na terça-feira (16) que está cumprindo as ordens da Comissão Eleitoral da Índia (ECI) para remover postagens de partidos políticos e candidatos durante as eleições gerais na Índia, que começaram neste final de semana. Segundo a plataforma, as ordens visam postagens que supostamente violam o código de conduta eleitoral, particularmente aquelas que se opõem ao governo do primeiro-ministro Narendra Modi.
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Em uma declaração em sua conta governamental, o X detalhou que as ordens de remoção se aplicam a discursos políticos compartilhados por políticos eleitos, partidos e candidatos. Apesar de discordar dessas ordens, a empresa, atualmente sob o comando do bilionário Elon Musk, afirmou que as suspenderá até o término do período eleitoral.
A rede social argumentou que a liberdade de expressão deveria se estender a esses posts e ao discurso político de maneira geral, reiterando sua posição de que a censura limita o debate democrático. Este posicionamento ecoa um incidente semelhante no Brasil, onde a plataforma inicialmente se recusou a seguir as ordens do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas depois enviou uma carta ao Supremo Tribunal Federal (STF) garantindo que obedeceria às determinações judiciais brasileiras.
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Além disso, a plataforma solicitou que a Comissão Eleitoral da Índia torne públicas todas as futuras ordens de exclusão, numa tentativa de garantir transparência e justiça na moderação de conteúdos durante o período eleitoral.
Com informações do DCM
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Em uma declaração em sua conta governamental, o X detalhou que as ordens de remoção se aplicam a discursos políticos compartilhados por políticos eleitos, partidos e candidatos. Apesar de discordar dessas ordens, a empresa, atualmente sob o comando do bilionário Elon Musk, afirmou que as suspenderá até o término do período eleitoral.
A rede social argumentou que a liberdade de expressão deveria se estender a esses posts e ao discurso político de maneira geral, reiterando sua posição de que a censura limita o debate democrático. Este posicionamento ecoa um incidente semelhante no Brasil, onde a plataforma inicialmente se recusou a seguir as ordens do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas depois enviou uma carta ao Supremo Tribunal Federal (STF) garantindo que obedeceria às determinações judiciais brasileiras.
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Além disso, a plataforma solicitou que a Comissão Eleitoral da Índia torne públicas todas as futuras ordens de exclusão, numa tentativa de garantir transparência e justiça na moderação de conteúdos durante o período eleitoral.
— Global Government Affairs (@GlobalAffairs) April 16, 2024
Com informações do DCM
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Fonte: Plantão Brasil

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