Política

Aliados de Pacheco veem poucas chances de aprovação para a PEC do Quinquênio, com impacto de R$ 82 bilhões em três anos

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Quinquênio, promovida pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), enfrenta sérios desafios para sua aprovação. A PEC, que originalmente propunha reajustes salariais baseados em tempo de serviço para juízes e promotores, foi ampliada pelo relator, senador Eduardo Gomes (PL-TO), para incluir diversas outras categorias, como ministros de tribunais de contas, defensores públicos, servidores da Advocacia-Geral da União (AGU), e delegados da Polícia Federal.
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De acordo com análises da Consultoria de Orçamento, Fiscalização e Controle do Senado, o impacto orçamentário dessa proposta seria de aproximadamente R$ 82 bilhões em três anos, uma cifra que impõe a necessidade de identificar fontes de recursos para sua cobertura, conforme exige a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Os aliados de Pacheco reconhecem que a expansão da PEC para incluir tantas categorias transformou-a em uma "pauta-bomba", complicando ainda mais suas chances de passar. O líder do PSD no Senado, Otto Alencar (BA), defendeu que a proposta inicial, mais restrita, era "viável e correta". No entanto, ele mesmo admite que reverter a proposta para seu formato original agora parece inviável. Com essa percepção, mesmo uma aprovação no Senado não garantiria sua passagem pela Câmara dos Deputados, onde poderia ser simplesmente engavetada.
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Com informações do g1

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Fonte: PlantãoBrasil/X

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