Alexandre de Moraes deixa TSE com legado de enfrentamento à extrema direita

A ministra Cármen Lúcia assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (3), substituindo Alexandre de Moraes. Moraes deixa um legado de combate à desinformação eleitoral, enfrentando as investidas da extrema-direita durante sua gestão.
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Desde agosto de 2022, quando assumiu a presidência, Moraes defendeu a confiabilidade do processo eleitoral brasileiro, especialmente contra as tentativas de deslegitimar as urnas eletrônicas por Jair Bolsonaro. Suas ações incluíram a condenação de Bolsonaro à inelegibilidade por oito anos devido a falsas acusações de fraude eleitoral.
Moraes implementou medidas rigorosas para combater as fake news, incluindo a redução do tempo para exclusão de conteúdos falsos e injuriosos nas redes sociais. Também proibiu o uso de deep fakes nas campanhas eleitorais e impôs responsabilidades às plataformas digitais para coibir a disseminação de desinformação.
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Durante seu mandato, Moraes inaugurou o Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia (Ciedde), focado em combater as fake news e os discursos de ódio no processo eleitoral. Ele enfatizou que as redes sociais não devem ser usadas para manipular eleitores com informações falsas.
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Com informações do Brasil de Fato
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Fonte: PlantãoBrasil

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