Paulo Pimenta rebate acusações e denuncia gabinete do ódio da Globo

O Globo publicou uma reportagem acusando a Secretaria de Comunicação (Secom) do governo Lula de criar um suposto grupo de comunicação similar ao "gabinete do ódio" de Jair Bolsonaro. A acusação começou no Estadão e se espalhou pela Folha até chegar a O Globo, sugerindo que a próxima etapa será uma reportagem no Fantástico, tentando forjar uma equivalência entre os governos Lula e Bolsonaro.
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O Ministro-Chefe da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, que chefiava a Secom antes de ser deslocado por Lula para cuidar da recuperação do estado após as enchentes, respondeu negando a existência do suposto "gabinete". Em seu perfil na rede X, ele afirmou:
“Não existe nem nunca existiu ‘gabinete’ nenhum envolvendo governo e comunicadores de esquerda para fazer luta política ou algo parecido. É uma tentativa irresponsável de igualar um esquema criminoso de produção industrial de mentiras e desinformação com a opinião de ativistas digitais progressistas. Nunca existiu, repito, nada semelhante ao ‘gabinete do ódio’, que se utilizou de recursos públicos e da máquina do Estado para investigar e atacar adversários”.
Pimenta ainda acusou as Organizações Globo de manter um verdadeiro gabinete do ódio, sempre agindo contra os interesses do povo brasileiro e em favor do mercado financeiro. Ele relembrou a atuação da Globo nas eleições presidenciais de 1989, quando a emissora teria manipulado o debate entre Lula e Fernando Collor para favorecer este último.
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O homem mais importante da Central Globo de Produções na época, Boni, revelou ao repórter Geneton Moraes Neto como foi sua participação no debate a pedido da Globo. A edição do debate, transmitida pelo Jornal Nacional, pesou a mão em favor de Collor, dando a entender que ele havia vencido de forma esmagadora, o que influenciou significativamente o resultado da eleição.
Pesquisadores do Insper e da USP analisaram o impacto da edição manipulada e concluíram que Lula foi desfavorecido nos municípios onde a Globo era a única emissora disponível. A manipulação foi tão evidente que a Globo nunca mais editou debates entre candidatos.
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Veja o vídeo:
Com informações da Fórum
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O Ministro-Chefe da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, que chefiava a Secom antes de ser deslocado por Lula para cuidar da recuperação do estado após as enchentes, respondeu negando a existência do suposto "gabinete". Em seu perfil na rede X, ele afirmou:
“Não existe nem nunca existiu ‘gabinete’ nenhum envolvendo governo e comunicadores de esquerda para fazer luta política ou algo parecido. É uma tentativa irresponsável de igualar um esquema criminoso de produção industrial de mentiras e desinformação com a opinião de ativistas digitais progressistas. Nunca existiu, repito, nada semelhante ao ‘gabinete do ódio’, que se utilizou de recursos públicos e da máquina do Estado para investigar e atacar adversários”.
Não existe nem nunca existiu ‘gabinete’ nenhum envolvendo governo e comunicadores de esquerda para fazer luta política ou algo parecido. É uma tentativa irresponsável de igualar um esquema criminoso de produção industrial de mentiras e desinformação com opinião de ativistas…
— Paulo Pimenta (@Pimenta13Br) June 16, 2024
Pimenta ainda acusou as Organizações Globo de manter um verdadeiro gabinete do ódio, sempre agindo contra os interesses do povo brasileiro e em favor do mercado financeiro. Ele relembrou a atuação da Globo nas eleições presidenciais de 1989, quando a emissora teria manipulado o debate entre Lula e Fernando Collor para favorecer este último.
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O homem mais importante da Central Globo de Produções na época, Boni, revelou ao repórter Geneton Moraes Neto como foi sua participação no debate a pedido da Globo. A edição do debate, transmitida pelo Jornal Nacional, pesou a mão em favor de Collor, dando a entender que ele havia vencido de forma esmagadora, o que influenciou significativamente o resultado da eleição.
Boni, o ex-todo poderoso da Globo, já faz tempo que confessou a perseguição a Lula. E só piorou. Saíram de um debate manipulado em sua edição, com suor fake em Collor e pastas vazias sobre a bancada, para um processo fraudulento e midiático. O povo não sabe disso. Espalhe. pic.twitter.com/oMQVCqb6BF
— AndréMartins (@ndrmrtns) July 18, 2018
Pesquisadores do Insper e da USP analisaram o impacto da edição manipulada e concluíram que Lula foi desfavorecido nos municípios onde a Globo era a única emissora disponível. A manipulação foi tão evidente que a Globo nunca mais editou debates entre candidatos.
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Veja o vídeo:
Com informações da Fórum
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Fonte: Plantão Brasil

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